Não chega tudo o que foi, não chega tudo o que ade vir. Olho e vejo que nada foi como crie no meu próprio cenário, perdi a luz, não ouvi a percussão do impacto das mãos e hoje vejo que escasseava a multidão que ocultava tudo o que cogitava ou compunha, não tinha que ter receio não tinha que estar sempre absorvido, não detinha dúvidas.
A minha maior perplexidade é se serei capaz, não tenho duvidas, mas previamente estou a contradizer as coisas, mas sei o que digo e o que cogito, sei o que sou, a maior questão é se sei o que serei no futuro, ou se haverá futuro. Se calhar está mesmo aqui comigo e eu não estou a ver, imagino tantas vezes como será, mas a ultima vez que imaginei uma coisa assim, não sai bem da historia. Estou constantemente com um pé atrás -não serei capaz? Estou de novo a duvidar de mim, mas tenho confiança e o amor que contenho, é capaz de ultrapassar as cortinas, a multidão que abafa todas as minha palavras … Quando me defrontas e me sossuras ao ouvido expressões, é como se toda a multidão de mante-se em silêncio e ouvisse a chuva a cair-me nos ombros, aqueles “estalitos” quando os teus lábios se abordam, e ouço o amo-te que sai num som tão delicado e tão doce. Tudo em ti faz sentido, os teus olhos marcam-me tanto, como numa noite de chuva, quando vou pelas ruas do descomunal Porto no autocarro a chuva a cair nos vidros, com o reflexo da luz, aquele brilho são como os teus olhos quando me olhas fiquesamente e dizer com essa tua voz aconchegada e fina que queres ficar comigo para sempre! És tu … que eu quero para sempre!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Vida
Tudo foge, tudo fica, e eu onde me deparo, para onde irei, fico estático ou sigo um rumo que nunca foi desabrigado, corro caminho ao simplesmente vou a trecho. Estou desolado, inseguro por o curso que terei de percorrer, não sei o que por la poderei encontrar, mas como sou um mero petiz sem medos, com desejos e amarguras, tristezas e felicidade, sou um miúdo encostaste, mas terei de ser apto para percorrer este caminho sem receio do que venha, cá estarei eu amanhado para ser forte e chegar ao fim com uma batalha ganha.
Nem um quarto do caminho percorri, e já tive tantos dissabores, tantas experiências, que sozinho não seria competente para as aclarar. Talvez nem um varão que tivesse vivido 100 anos, talvez seja amplificação minha, ou provavelmente não . Quando não detemos algo porque aciamos, mas sabemos que temos quem nos ame, nem que seja um única pessoa, mas não temos deliberação de viver, nem sequer de olhar para trás porque o passado não foi muito preferível. E vimos que já não vale a dor, apesar de termos o nosso valor e saber que valemos muito e temos quem nos dê esse tal valor, mas não, não é mesma coisa e por desfecho vimos que não podemos fazer nada porque foi assim que a vida quis e é assim que tem que ser.
O destino marca e no vivemos, apesar de o destino não ter de ser o que esta marcado, temos sim que viver, vivemos mas sem noção do que estamos a viver, sem vontade ou ambição. Porque não temos rota, não temos rumos, marcamos as nossas passadas.
Estamos aqui num fragmento de terra, confrontos, tristezas como felicidades assinalam-se, para tudo no fim termos que desaparecer . É a vida…
Nem um quarto do caminho percorri, e já tive tantos dissabores, tantas experiências, que sozinho não seria competente para as aclarar. Talvez nem um varão que tivesse vivido 100 anos, talvez seja amplificação minha, ou provavelmente não . Quando não detemos algo porque aciamos, mas sabemos que temos quem nos ame, nem que seja um única pessoa, mas não temos deliberação de viver, nem sequer de olhar para trás porque o passado não foi muito preferível. E vimos que já não vale a dor, apesar de termos o nosso valor e saber que valemos muito e temos quem nos dê esse tal valor, mas não, não é mesma coisa e por desfecho vimos que não podemos fazer nada porque foi assim que a vida quis e é assim que tem que ser.
O destino marca e no vivemos, apesar de o destino não ter de ser o que esta marcado, temos sim que viver, vivemos mas sem noção do que estamos a viver, sem vontade ou ambição. Porque não temos rota, não temos rumos, marcamos as nossas passadas.
Estamos aqui num fragmento de terra, confrontos, tristezas como felicidades assinalam-se, para tudo no fim termos que desaparecer . É a vida…
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